Elixir
Apelar à confusão!
Querer tudo e nada dizer. Olhar o céu de noite e vê-lo como um pedaço de tela pintada a óleo pela mão de um pintor. A vida é artista. O mundo respira cores. As pessoas são sons que ecoam dentro de nós. Movem-nos. Fazem-nos acreditar que nada é como tem de ser…
Confusão.
Há dias ouvia dizer, «a vida é um martírio. Tudo é um martírio. É assim, a vida.» Pareceu-me uma espécie de silogismo… Que barbaridade cruel! Que irritação medonha!
Apraz-me dizer que se trata de um silogismo da desgraça, um fado comum aos sofredores da alma! Paremos de sucumbir perante as dificuldades; deixemos a mágoa da mediocridade; a avareza do ser incompleto e insuficiente. O destino traçado nos nossos pés. Que triste existência essa! Nem quem é pobre de riqueza deve parar para lamentar a ausência dos bens materiais!
Defendamos com galhardia e convicção os nossos ideais, as nossas certezas (que as há!) e os sonhos mais profundos. Batalhemos na arena mesmo que contra ferozes criaturas!
Ai a confusão latente…a diversidade tão salutar.
O olhar de viés e ver que coração treme. Há uma sensação de necessidade premente. O descontrolo do corpo que sofre. A perda de lucidez. O abano.
Para quê sofrer? Fazer sofrer? Magoar? Esse caminho de seres tristes e impotentes de espírito.
Que caminho tão dúbio, afirmam…
Que crescimento tão frutuoso, garanto eu! Que destruição sumarenta!
Fracos os que não sentem a felicidade plena: os que julgam (sim, porque julgam!) que só podemos viver «momentos» felizes; fracos os que manietam os demais iterativamente em busca de equilíbrios passageiros e unilaterais.
A perfeição existe e eu quero-a!
«Na minha cabeça nada se confunde.»
Querer tudo e nada dizer. Olhar o céu de noite e vê-lo como um pedaço de tela pintada a óleo pela mão de um pintor. A vida é artista. O mundo respira cores. As pessoas são sons que ecoam dentro de nós. Movem-nos. Fazem-nos acreditar que nada é como tem de ser…
Confusão.
Há dias ouvia dizer, «a vida é um martírio. Tudo é um martírio. É assim, a vida.» Pareceu-me uma espécie de silogismo… Que barbaridade cruel! Que irritação medonha!
Apraz-me dizer que se trata de um silogismo da desgraça, um fado comum aos sofredores da alma! Paremos de sucumbir perante as dificuldades; deixemos a mágoa da mediocridade; a avareza do ser incompleto e insuficiente. O destino traçado nos nossos pés. Que triste existência essa! Nem quem é pobre de riqueza deve parar para lamentar a ausência dos bens materiais!
Defendamos com galhardia e convicção os nossos ideais, as nossas certezas (que as há!) e os sonhos mais profundos. Batalhemos na arena mesmo que contra ferozes criaturas!
Ai a confusão latente…a diversidade tão salutar.
O olhar de viés e ver que coração treme. Há uma sensação de necessidade premente. O descontrolo do corpo que sofre. A perda de lucidez. O abano.
Para quê sofrer? Fazer sofrer? Magoar? Esse caminho de seres tristes e impotentes de espírito.
Que caminho tão dúbio, afirmam…
Que crescimento tão frutuoso, garanto eu! Que destruição sumarenta!
Fracos os que não sentem a felicidade plena: os que julgam (sim, porque julgam!) que só podemos viver «momentos» felizes; fracos os que manietam os demais iterativamente em busca de equilíbrios passageiros e unilaterais.
A perfeição existe e eu quero-a!
«Na minha cabeça nada se confunde.»

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