quarta-feira, junho 06, 2007

Riso camaleão

Humm... hoje apetecia-me revelar tudo...
Portanto, tudo o que não revelei, obviamente. O tudo... Sim, esse mesmo. Um tudo... muito simples.
Sintoma benfazejo. Sinónimo de... cumprimento. Ora nem mais, «dever cumprido». Nova etapa.
Eu mesmo, sempre eu mesmo. Como todos erradamente pensam. E eu deixo. Permito. Conduzo. É assim que eu quero que todos pensem. Que consigam «lá chegar» por mérito próprio. Que me desarmem; sejam capazes de me perceber sem que eu seja obrigado a dizer palavra.
Não será esse o ardil? O objectivo de tudo quando digo, faço e escrevo?
Sinto-me... hum... leve. Tranquilo. Sereno. Foi um prazer receber as vossas críticas, os vossos julgamentos desadequados, os pensamentos atrozes de cada um!
Ahahahaha! O que eu me ri...!
Como eu me divirto.
E agora?
Qual é a realidade nua e crua?
Qual é o doce?
Qual é o negro?
Qual a paródia?
Qual a tragédia?
Serei mesmo eu, prezado leitor?
Pense... Reflicta... Conhece-me?
Será mesmo ardil?
Talento? Demência?
Nada disto...? Porventura.
Palavras. Descrições. Peles. Rostos. Capas. Sou eu que me ponho em vocês! E não vocês em mim...!
Estultícia a vossa! Está revelado...
Não sou eu. Nada.
São sempre vocês. Tu, tu, tu... tu...

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