Recusa
Recuso-me a escrever…
Necessito de um outro veículo…
Neste momento, não consigo coexistir com as metáforas…
São cruéis os pensamentos, ominosos…
Sinto-me sem razão… perdi-a…
Não alcanço a abstracção…
O destino não existe… é pura criação…
Acredito no que ouço, no que sinto, no que digo, no que vejo…
Penso em demasia… sobrecarrego o espírito…
Luto… contra o meu maior e mais terrível opositor…
Apenas respiro…
Critico-me sem pudor… sem rodeios…
Estou na sombra de mim mesmo…
Ainda, dependente apenas de mim…
Para tudo aquilo que me espera…
Ponto, ponto, ponto,
Ah! Chega!
Necessito de um outro veículo…
Neste momento, não consigo coexistir com as metáforas…
São cruéis os pensamentos, ominosos…
Sinto-me sem razão… perdi-a…
Não alcanço a abstracção…
O destino não existe… é pura criação…
Acredito no que ouço, no que sinto, no que digo, no que vejo…
Penso em demasia… sobrecarrego o espírito…
Luto… contra o meu maior e mais terrível opositor…
Apenas respiro…
Critico-me sem pudor… sem rodeios…
Estou na sombra de mim mesmo…
Ainda, dependente apenas de mim…
Para tudo aquilo que me espera…
Ponto, ponto, ponto,
Ah! Chega!
Recuso-me a escrever!

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