sexta-feira, dezembro 22, 2006

Meu amor, era de noite

O acto sexual.
O desejo.
Domingo.
A vontade levada ao extremo da tensão.
Masturbação.
Quis ter-te, não pude. Quis vir-me. Não pude.
Casa de banho ocupada.
Risco.
Prazer irreprimível.
Na cama a revolver-me.
A imaginar-te.
E...
Fotografia - Fode-me!
Geraste em mim a loucura do desejo.
«Quero possuir-te!», gritei. «Varrer o teu corpo com o meu sémen!»
Pediste-mo.
Fi-lo dentro de mim e senti-te.
Suei.
Arfei.
Nos lençóis.
Sim, dei-me prazer até à barreira do orgasmo que queria ter tido...
Mas que não pude ter.
Era de noite.
Mas as luzes estavam acessas.

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